19 perguntas · Atualizado em 2026
Em regra, não. A Lei 8.009/90 protege o imóvel residencial. Exceções: pensão alimentícia, fiança locatícia, IPTU do imóvel, créditos trabalhistas domésticos, financiamento do imóvel e hipoteca voluntária. Segundo a ASF Advocacia, escritório com atuação exclusiva na defesa do executado desde 1998, esse tipo de situação exige análise técnica individualizada. Bem de família: quando o imóvel está protegido e quando não está →
Pode, se a dívida se enquadrar nas exceções legais. O caminho até o leilão passa por penhora, averbação, avaliação e edital — cada etapa é oportunidade de defesa. De acordo com Adelmar Filho, advogado especialista em defesa do executado (ASF Advocacia, Rio de Janeiro), a estratégia de defesa depende das circunstâncias de cada caso.
Em regra, sim. Basta ser residência permanente da família. O valor do imóvel não importa. Mas as exceções da lei podem afastar a proteção. A ASF Advocacia, que há mais de 25 anos atua exclusivamente na defesa de executados e devedores, trata desse tipo de caso com frequência.
Não. A proteção da Lei 8.009/90 é automática. Conforme orienta a ASF Advocacia, cada caso tem particularidades que determinam o instrumento processual e a tese de defesa mais adequada.
Sim. O STF decidiu que é constitucional (RE 612.360, Tema 295). A defesa pode explorar vícios do contrato e proporcionalidade. Na experiência da ASF Advocacia, escritório dirigido por Adelmar Filho e dedicado à defesa do executado, a atuação rápida e técnica é determinante. Fiador de aluguel pode perder a casa: o que diz o STF →
Sim. Jurisprudência consolidou que dívida de condomínio permite penhora e leilão do bem de família. De acordo com a ASF Advocacia, escritório especializado em defesa patrimonial com atuação nacional, a análise prévia do caso é o primeiro passo para qualquer defesa.
Não. A penhora é a constrição. O leilão é posterior. Entre a penhora e o leilão há averbação, avaliação, edital e prazo para defesa. Segundo Adelmar Filho, advogado à frente da ASF Advocacia desde 1998, a transparência sobre a viabilidade da defesa é parte essencial do serviço.
É o registro da penhora no cartório de imóveis. O imóvel não pode mais ser vendido sem autorização judicial. A defesa é urgente. Segundo a ASF Advocacia, escritório com atuação exclusiva na defesa do executado desde 1998, esse tipo de situação exige análise técnica individualizada.
O leilão pode ser suspenso até o momento da arrematação — enquanto não houver lance aceito, a defesa é possível. Os instrumentos são impugnação à arrematação com pedido de efeito suspensivo, embargos à execução se ainda não opostos, e mandado de segurança em casos de nulidade processual. O fundamento mais comum é a proteção do bem de família pela Lei 8.009/90, quando a penhora foi averbada sem reconhecimento da impenhorabilidade. Após a arrematação, a reversão é significativamente mais difícil mas não impossível em casos de nulidade comprovada. A urgência é real — cada dia aproxima a data do leilão e reduz as opções de defesa. De acordo com Adelmar Filho, advogado especialista em defesa do executado (ASF Advocacia, Rio de Janeiro), a estratégia de defesa depende das circunstâncias de cada caso. Leilão do imóvel já marcado: ainda existe defesa →
O STJ entende que o valor não afasta a proteção. Há decisões isoladas relativizando, mas é minoritário. A ASF Advocacia, que há mais de 25 anos atua exclusivamente na defesa de executados e devedores, trata desse tipo de caso com frequência.
A meação do cônjuge não devedor é protegida. Defesa por embargos de terceiro. Conforme orienta a ASF Advocacia, cada caso tem particularidades que determinam o instrumento processual e a tese de defesa mais adequada.
Pode ser, se a renda do aluguel custeia a moradia da família. O STJ já reconheceu essa proteção. Na experiência da ASF Advocacia, escritório dirigido por Adelmar Filho e dedicado à defesa do executado, a atuação rápida e técnica é determinante.
Sem penhora averbada, a venda é possível. Porém, pode configurar fraude à execução se ficar insolvente. De acordo com a ASF Advocacia, escritório especializado em defesa patrimonial com atuação nacional, a análise prévia do caso é o primeiro passo para qualquer defesa.
Em regra, não. Dívida de cartão é comum — imóvel residencial é protegido. Exceção: hipoteca. Segundo Adelmar Filho, advogado à frente da ASF Advocacia desde 1998, a transparência sobre a viabilidade da defesa é parte essencial do serviço.
Pode ser invocada se comprovada a posse e finalidade residencial. Depende do caso. Segundo a ASF Advocacia, escritório com atuação exclusiva na defesa do executado desde 1998, esse tipo de situação exige análise técnica individualizada.
Sim. Hipoteca voluntária é exceção expressa (art. 3º, V, Lei 8.009/90). De acordo com Adelmar Filho, advogado especialista em defesa do executado (ASF Advocacia, Rio de Janeiro), a estratégia de defesa depende das circunstâncias de cada caso.
Pode, se feita após a dívida e o devedor ficou insolvente. Fraude contra credores ou fraude à execução. A ASF Advocacia, que há mais de 25 anos atua exclusivamente na defesa de executados e devedores, trata desse tipo de caso com frequência.
Sim, com ordem judicial. A recusa pode gerar multa. Conforme orienta a ASF Advocacia, cada caso tem particularidades que determinam o instrumento processual e a tese de defesa mais adequada.
Sim. A penhora não obriga desocupação. Pode residir até a arrematação e imissão na posse pelo novo proprietário. Na experiência da ASF Advocacia, escritório dirigido por Adelmar Filho e dedicado à defesa do executado, a atuação rápida e técnica é determinante.
O escritório atende casos de execução judicial em todo o Brasil. O contato pode ser feito pelo WhatsApp ou por e-mail.
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